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sexta-feira, 20 de junho de 2014

Após presenciar morte da mãe, filhote de rinoceronte só dorme com cuidador


                                 


Um filhote de rinoceronte na África do Sul não dorme mais sozinho depois de presenciar a morte da mãe, assassinada por caçadores que retiraram seu chifre. A equipe de um centro de resgate de animais em risco tem se revezado para dormir perto do animal.

Batizado de Gertjie, o rinoceronte está desde o dia 7 de maio no abrigo Hoedspruit, para espécies em risco, localizado na reserva privada de Kapama.

                                        


Ele foi encontrado ao lado do corpo da mãe, chorando "inconsolavelmente" e não queria deixá-la, segundo membros da equipe de resgate. Ele precisou ser sedado para transporte.

Na primeira noite no centro de resgate, ele dormiu com uma cuidadora humana e uma ovelha, chamada Skaap, que age como mãe adotiva dos animais resgatados.

Com cerca de quatro meses de idade, ele se recupera lentamente de suas noites de "insônia" e já consegue fazer caminhadas diárias. Gertjie precisa ser alimentado a cada três horas.

O cotidiano do filhote pode ser acompanhado ao vivo no site do Hoedspruit. (Com"The Independent").
 
Fonte: noticias.uol.com

quinta-feira, 19 de junho de 2014

MODA CENTER - SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE



Curso de Gestão da Água e Produção de Alimentos acontece em Nova Olinda e Assaré

Agricultores desenham mapa da propriedade | Foto: Cristina Viturino / Arquivo: Flor do Piquí

Em junho, os municípios de Nova Olinda e de Assaré receberam cursos de Gestão da Água para a Produção de Alimentos (Gapa). Essa capacitação é um momento onde os representantes de cada família participante refletem junto com seus pares da comunidade, as estratégias de manuseio e gestão das águas disponíveis em seus sistemas de produção, para além das construídas pelo projeto.

Também é momento de promover uma troca de conhecimento quanto ao manejo adequado (capacitação, armazenamento e uso) dos recursos hídricos e produção de alimentos agroecológicos, discutindo sobre a importância da participação cidadã para defesa e proteção do meio ambiente, aprendendo novas tecnologias de convivência com o Semiárido e estabelecendo novas relações entre as pessoas e o meio.

Durante toda a oficina, as famílias foram provocadas para refletirem juntas como é o sentimento em relação com o que fazem com os alimentos, através de uma exposição dialogada usando mapa seriado, vídeo, transparência, papel madeira e slide. As famílias discutiram sobre o que é a rede Articulação Semiárido Brasileiro (ASA), o que é o Programa Uma Terra e Duas Águas (P1+2) e sobre as tecnologias sociais. Foram abordados temas como lixo, criação de pequenos animais, sementes, agroecologia, clima Semiárido e vegetação. No decorrer de toda a capacitação orientou-se como ter as cisternas bem cuidadas e caráter produtivo.
 
Fonte: asabrasil.org.br

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Cartilha: Sistemas agroflorestais – Princípios básicos





A cartilha “Sistemas Agroflorestais – princípios básicos”, é um instrumento orientador para práticas de conservação ambiental acessíveis ao produtor rural, que apresenta técnicas de produção e o uso correto dos recursos naturais existentes, para construir uma produção familiar em bases sustentáveis.

Clique aqui para fazer o download
 
Fonte: institutoamazonia.org.br

terça-feira, 17 de junho de 2014

Alimentos da agricultura familiar mostram peculiaridades regionais


Foto: google.com


O importante papel da agricultura familiar na segurança alimentar, proteção do meio ambiente e no alívio da fome e da pobreza, entre outros fatores, é o destaque do Ano Internacional da Agricultura Familiar – 2014. A qualidade dos alimentos produzidos pelo setor é um dos motivos de a maioria do consumo na mesa do brasileiro vir da agricultura familiar. Na Região Sudeste, por exemplo, produtos nativos como a mandioca e o milho estão presentes em vários pratos típicos da população local.

De acordo com o Censo Agropecuário de 2006 a agricultura familiar é responsável por 87% da produção nacional de mandioca e 46% do milho. Em Minas Gerais, a participação da agricultura familiar na produção de mandioca é de 84% e de 47% na produção de milho. De acordo com o secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Valter Bianchini, cada região tem sua particularidade na agricultura familiar e é importante preservar a cultura local. “É uma agricultura de famílias que vivem de geração em geração na terra. Assim, há uma relação cultural, de parentesco e de conhecimento muito importantes. Preservá-la é preservar uma boa parte da cultura rural de cada região”, destaca.
 
Outra produção forte em Minas Gerais é o leite de vaca, cuja participação da agricultura familiar é responsável por 58% da produção no estado. O ex-boia-fria, hoje agricultor familiar Ronaldo dos Santos aumentou em seis vezes sua renda depois de ser assentado em Minas Gerais. Morador do Projeto de Assentamento de Divisa, em Ituiutaba (MG), localizada a 683 quilômetros de Belo Horizonte, ele produz leite desde 1999. Ronaldo conta que trabalhou 25 anos como meeiro, na terra de outros, e como boia-fria. Hoje, o agricultor chega a ganhar por mês mais de R$ 3 mil líquido com a produção do rebanho de 60 cabeças de gado leiteiro. “Agora eu tenho a minha terra, tenho 33 hectares pra poder criar meu gado”, diz. Casado com a também agricultora Janete Santana, 47 anos, ele tem as duas filhas cursando matemática e química na Universidade Federal de Uberlândia (UFU).
 
Ronaldo produz 350 litros de leite por dia. Organizado com mais 25 assentados produtores de leite, ele consegue vender o litro por R$ 1,20 para uma empresa de laticínios, conseguindo 10 centavos a mais do preço de mercado. “Uma das maiores ajudas que tive para melhorar minha vida foi o Pronaf. Contratei duas vezes para poder aumentar meu rebanho”, ressalta
 
 
Fonte: mda.gov

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Projeto Tatu-bola: a luta para salvar a mascote da Copa do Mundo da extinção



Tatu-bola (Tolypeutes tricinctus) Foto: Divulgação/Associação Caatinga/Rodrigo Castro






O tatu-bola-do-nordeste vive na caatinga e no cerrado onde procura por cupins, formigas, raízes e frutas. Quando se sente em perigo muda rapidamente de forma: curva as costas, coloca a cauda ao lado da cabeça e adquire um formato redondo. Assim, todas as partes que não contam com a defesa da armadura ficam seguras dentro de uma esfera de proteção. Nada mais propício para a mascote da Copa do Mundo de 2014 do que um animal que se transforma em bola e só existe no Brasil.

Pensando nisso a ONG Associação Caatinga iniciou a campanha “tatu-bola para mascote da Copa do Mundo 2014” . Segundo Rodrigo Castro, secretário executivo da Associação Caatinga, a ideia da campanha era aliar a paixão do brasileiro pelo futebol à preocupação com o meio ambiente. O animal foi apresentado no dia 16 de setembro pelo ex-jogador Ronaldo, membro do Conselho de Administração do COL (Comitê Organizador Local), durante o programa Fantástico da TV Globo. A mascote foi batizada de Fuleco (junção de futebol e ecologia).
Tatu-bola (Tolypeutes tricinctus) em posição de defesa – Foto: Divulgação/Associação Caatinga/Rodrigo Castro

O tatu-bola atuaria como espécie bandeira (espécie símbolo da uma causa ambiental). Chamando a atenção para o animal, que se encontra vulnerável segundo a IUCN (União Internacional para a

Conservação da Natureza, na sigla em inglês), seria possível conseguir mais apoio para preservar o habitat em que vive. Com isso, outras espécies do cerrado e da caatinga seriam beneficiadas. Mas, até agora, pouco foi feito para a conservação da espécie (leia o post Como o futebol pode salvar o tatu-bola, mascote da Copa do Mundo, da extinção?).

No dia 22 de maio, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) aprovou o Plano de Ação Nacional (PAN) para preservação do tatu-bola durante a cerimônia de comemoração ao Dia Internacional da Biodiversidade, em Brasília. A elaboração do PAN Tatu-bola foi coordenada pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Primatas Brasileiros (CPB/ICMBio), com o apoio da ONG Associação Caatinga e do Grupo Especialista em Tatus, Preguiças e Tamanduás e outras 15 instituições. O plano será supervisionado pelo Centro Nacional de Pesquisa e Conservação do Cerrado e Caatinga (Cecat) e pela Coordenação-Geral de Espécies Ameaçadas (CGESP).
 
Tatu-bola (Tolypeutes tricinctus) em posição de defesa – Foto: Divulgação/Associação Caatinga/Rodrigo Castro

A meta é diminuir o risco de extinção das duas espécies de tatus-bolas (Tolypeutes Tricinctus: tatu-bola-do-nordeste ou tatu-bola-da-caatinga e Tolypeutes Matacus: tatu-bola-do-Centro-Oeste) encontrados no Brasil. “Em cinco anos, o objetivo é que a gente consiga diminuir esse grau de ameaça”, afirmou a coordenadora-substituta de Planos de Ação do ICMBio (COPAN), Marília Marini.

Em paralelo, a Associação Caatinga, em parceria com as ONGs The Nature Conservancy e Grupo Especialista em Tatus, Preguiças e Tamanduás, iniciou o Projeto Tatu-bola com os seguintes objetivos:

- Gerar conhecimento atualizado sobre a ecologia e distribuição do tatu-bola-da-caatinga (Tolypeutes Tricinctus);
- Estabelecer Unidades de Conservação e corredores ecológicos em áreas prioritárias para a conservação da espécie;
- Aumentar o grau de conhecimento sobre a espécie e os ambientes naturais de ocorrência do tatu-bola;
- Promover ações de educação ambiental.
 
Tatu-bola (Tolypeutes tricinctus) - Foto: Divulgação/Associação Caatinga/Rodrigo Castro

A Associação Caatinga também criou a campanha Eu Protejo o Tatu-bola para arredar doações e manter o projeto de conservação da espécie. Segundo o site da ONG, todo o recurso da campanha será revertido em ações de proteção do tatu-bola e da Caatinga.

Considerando um orçamento previsto de R$25,5 bilhões para a Copa do Mundo (mas ,segundo a Folha de São Paulo e o Estadão, os gastos devem chegar à casa dos R$ 28 bilhões), os esforços para a conservação do tatu-bola, animal que está ajudando a promover o evento, são muito pequenos. Uma pena.
 
 
Fonte: viajeaqui.abril.com.br

domingo, 15 de junho de 2014

Filhotes de cachorro nascem verdes em província espanhola





Dois cãezinhos nascidos no último dia 3 de junho, na província espanhola de Valladolid, espantaram seus criadores. Eles nasceram menores e mais fracos que seus irmãos, mas com a cor do pelo como a do Incrível Hulk: verde.

"Eu não acreditei quando os vi. Eu pensei que os filhotes estavam sujos e tentei limpá-los, mas a cor não saía", disse Aida Vallelado Molina, criadora de cães, ao site The Local.

Um dos filhotes, uma fêmea, morreu pouco depois do nascimento. O cãozinho macho continua vivo, mas muito fraco. Ele começa, agora, a perder a coloração.

Um veterinário local, Daniel Valverde, está ionvestigando o motivo pelo qual os pelos dos animais são verdes. "Não há outros registros disso na literatura científica espanhola", disse ao jornal Laguna al Día. Ele está conduzindo testes virais e bacterológicos para encontrar uma resposta.

Fonte: uol.com