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quinta-feira, 7 de maio de 2015

Benefícios da alfafa


Foto: google.com

A alfafa possui sabor agradável e grande quantidade de proteínas, ao mesmo tempo que possui poucas calorias. Suas propriedades medicinais se encontram nas folhas, flores e principalmente nos brotos de alfafa. A planta é altamente nutritiva, traz benefícios para a glândula pituitária (hipófise), alcaliniza o corpo rapidamente e desintoxica o fígado. Externamente é utilizada em feridas. É usada como uma erva de banho e enxaguante para cabelo.

A raiz da alfafa pode ser descascada, secada e desfiada para ser usada como uma espécie escova de dentes natural, pois a planta possui propriedades medicinais para combater a halitose (mau-hálito).

A alfafa, além de ser rica em clorofila e cálcio, possui vitamina C, vitamina K, ácido fenólico, ácido fólico, cobre, fósforo, manganês, ferro, zinco, flúor e várias outras substâncias. Possui propriedades antioxidantes e ajuda a diminuir os níveis de colesterol, reduzindo o risco de aterosclerose. O ácido fenólico ajuda a prevenir a formação de coágulos sanguíneos, reduzindo a incidência de doenças cardiovasculares. Os carotenoides previnem o surgimento de doenças degenerativas nos olhos. Também é indicado que os carotenoides podem ajudar a prevenir o aparecimento de alguns tipos de câncer e doenças do coração.

O efeito diurético da alfafa evita que o corpo retenha muitos líquidos. A alfafa também, por ser um alimento alcalino rico em sais minerais como magnésio, potássio, ferro, zinco e sobretudo cálcio, ajuda a eliminar o sódio em excesso no corpo, evitando a ocorrência de gota. Ajuda a equilibrar o fator ácido-base do corpo, evitando a acidificação do sangue. Contém saponina com ingrediente ativo, que no intestino, funciona como um emulsificante de gordura, fazendo com que o corpo não absorva dessa gordura, e que a mesma seja eliminada pelo organismo.

A alfafa, rica em proteínas, é um bom fortificante contra o raquitismo. É eficaz no tratamento de anemias, deficiência de ferro no corpo. Auxilia a circulação sanguínea, protegendo de hemorragias. O chá de alfafa tomado em jejum recalcifica os ossos e combate o raquitismo e o excesso de ureia, além de ser um calmante natural. Também combate o escorbuto (doença causada pela deficiência de vitamina C no corpo), falta de apetite, má digestão, úlceras nervosas, cistite, reumatismo e artrite. As flores e as folhas podem ser comidas em forma de salada ou cozidas na panela. O broto pode ser cozinhado e depois consumido em forma de legume na salada ou adicionado a sopas.

Como fazer o chá de alfafa


O chá de alfafa deve ser sempre feito a partir da folha seca, secada na sombra, para não murchar a folha e perder parte das qualidade terapêuticas. Deve-se tomar um copo de chá de alfafa quatro dias por semana antes do almoço.

Contraindicações e efeitos colaterais da alfafa
O consumo da alfafa é considerado muito seguro, tanto para humanos, quanto para animais, porém deve-se evitar ingerir grandes quantidades de brotos, pois os mesmos contém alcaloides. As folhas e flores não oferecem qualquer tipo de contra-indicações.

História e curiosidades


O nome alfafa é de origem árabe, derivado de al-fac-facah, que significa “o pai de todas as comidas”. O nome do gênero, Medicago, recorre ao norte da África, onde muitos acreditam que seja a origem dessa planta. O nome da espécie, sativa, significa algo semelhante como “um longo cultivo”. A alfafa sempre foi de grande importância para os árabes, que alimentavam seus cavalos de corrida puro sangue em grandes enduros pelos desertos da África com esta nutritiva erva.

Onde a alfafa cresce selvagem e abundante, é um indicador que a terra em questão é bastante rica em minerais. Muitos fazendeiros plantam alfafa em suas propriedades rurais de forma à enriquecer a terra, que passa a dispor de grande fixação de nitrogênio. Quando as vacas são alimentadas à base de alfafa, a produção de leite costuma aumentar. Também é explorada comercialmente para a extração de clorofila.

Segundo a EMBRAPA, a alfafa foi introduzida no Brasil pelo Rio Grande do Sul, a partir do Uruguai e da Argentina. Dentre os fatores que ainda dificultam sua expansão no Brasil, destaca-se o pouco conhecimento, por parte de produtores, das exigências da cultura quanto à fertilidade do solo, do manejo, e das práticas de irrigação, e principalmente a limitada produção de sementes e a inexistência de cultivares adaptadas às principais pragas e doenças, que acompanham a alfafa em todo o mundo.

Fonte:  plantasmedicinaisefitoterapia.com

quarta-feira, 6 de maio de 2015

OMS defende fim da publicidade de alimentos não saudáveis


Foto: google.com
A Comissão para Erradicar a Obesidade Infantil, da World Health Organization (WHO) da Organização Mundial da Saúde (OMS), está elaborando um relatório para auxiliar e orientar governos e organizações da sociedade civil para combater a obesidade infantil. O texto vai sugerir caminhos e alternativas de intervenções que possam ser replicadas em diferentes contextos ao redor do mundo e estratégias abrangentes com opções de políticas públicas.

A Comissão disponibilizou em seu site o relatório para consulta pública e realiza também audiências regionais com diferentes atores. O período de consulta vai até junho, depois de finalizado será apresentado à Diretoria da Organização Mundial da Saúde (OMS) para que ela transmita suas recomendações à Assembleia Mundial da Saúde.

O relatório apresenta um panorama geral da obesidade no mundo que entre as doenças não transmissíveis é uma das mais preocupantes no que diz respeito às crianças e adolescentes (com menos 19 anos). Ela é a principal responsável por doenças graves prematuras, como diabetes e problemas do coração. Entre 1980 e 2013, sobrepeso e a obesidade subiram 27,5% entre os adultos e 47,1% nas crianças. Elaborar medidas que acabem com a obesidade infantil é de extrema importância, a epidemia tem o potencial de minar os inúmeros avanços da medicina para melhorar a qualidade de vida e a longevidade.

Um dos principais fatores que contribuem para o ambiente obesogênico, que as crianças e adolescentes convivem atualmente, é a exposição excessiva a alimentos ultraprocessados e com baixo valor nutricional. Para reverter esse cenário, o relatório sugere a restrição da publicidade de alimentos não saudáveis, uma reformulação na sua distribuição nos mercados e campanhas governamentais que incentivem o consumo de alimentos saudáveis e a prática de atividades físicas. O relatório ressalta que qualquer tentativa de combater a obesidade infantil deve incluir a redução da exposição de crianças à publicidade de alimentos de baixo valor nutricional.

Ainda de acordo com a Comissão, novas evidências científicas destacam a importância de uma abordagem multifacetada e que incorpore diferentes estágios da vida, ações que vão desde a gravidez até a vida adulta. Os benefícios poderão ser sentidos na saúde da população e na saúde financeira local. Por isso, a Comissão pede que todas as organizações envolvidas direta ou indiretamente com o tema ajude a construir o relatório. A combinação entre parcerias, apoio dos governos e pesquisa científica são fundamentais para desenvolver estratégias eficazes para combater a obesidade infantil no mundo.
Fonte: msn.com

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Café brasileiro tipo exportação



Foto: google.com


Brasil avança nas exportações de café. No primeiro trimestre deste ano, o valor das exportações foi de U$ 1,7 bilhão, o que representa uma receita 36,18% maior do que os U$ 1,25 bilhão totalizados no mesmo período em 2014. 
 
O volume de exportações também aumentou, totalizando 8,933 milhões de sacas de café de 60 kg, sendo que no mesmo período do ano passado foram exportadas 8,550 milhões de sacas.

Você pode acessar a tabela completa do café, aqui: http://bit.ly/1dpvM4u

domingo, 3 de maio de 2015

Bauru de forno


Hoje a receita do dia é bem fácil de fazer, vale a pena conferir, bem prática para o domingão.
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Foto: google.com


Ingredientes: pão de forma, queijo muçarela fatiado, tomates, sal e orégano à gosto, presunto fatiado, queijo ralado, margarina, ovos,

Modo de Preparo:
Unte um pirex
Camadas fatias de pão de forma, mussarela fatiada, rodelas de tomate temperadas com sal e orégano, presunto fatiado, outra camada de pão de forma
Bater no liquidificador um copo de leite, dois ovos, 1 colher de margarina, o queijo ralado e jogar por cima do "sanduichão".
Polvilhar queijo ralado e levar ao forno quente até gratinar.

Fonte: aguanaboca.org

sábado, 2 de maio de 2015

Capacitação para formação de banco de sementes crioulas em Canhotinho




Foto: google.com

O Escritório do IPA, em Canhotinho, e o SERTA - Serviço de Tecnologia Alternativa realizaram capacitação para formação de um banco de sementes crioulas, na Comunidade do Sitio Cabaceiras. A iniciativa, que reuniu agricultores de três associações de agricultores, visou assegurar o direito à semente. O encontro contou com a participação de técnicos do Escritório do IPA de Canhotinho e de Garanhuns, SERTA, ADAGRO, STR e Conselho Municipal. No mesmo dia, o SERTA fez a entrega de silos para o armazenamento das sementes.


Fonte: Núcleo de Comunicação do IPA

sexta-feira, 1 de maio de 2015

O Mais Alimento Internacional estimula exportação de empresas brasileiras de pequeno porte


Foto: mda.com

O Mais Alimentos Internacional foi criado para financiar a compra de máquinas e equipamentos agrícolas produzidos no Brasil para outros países, em especial os do continente africano e da América Latina e Caribe. Dessa forma, o programa ajuda no combate à fome e no desenvolvimento rural dessas nações. Leia mais...
 
Fonte: mda.com
 
 
Além de colaborar com o fortalecimento rural de outros países e estimular significativamente o parque industrial nacional de máquinas e equipamentos agrícolas, o programa Mais Alimentos Internacional dá a oportunidade a empresas brasileiras de pequeno e médio porte de exportarem seus produtos. Entre essas indústrias temos como exemplo a produtora catarinense, Triton.
Com 54 anos de existência, a empresa, que fica no município de Luzerna, região meio-oeste de Santa Catarina, vai exportar, por meio do programa, até o fim de abril, 150 distribuidores de sementes e 400 carretas para cereais para Moçambique. Já foram enviadas para o país africano 45 distribuidores de sementes e 108 carretas. Até o fim da segunda quinzena de abril serão enviadas mais 292 carretas e 105 distribuidores de sementes.
O diretor do Mais Alimentos Internacional, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Lucas Ramalho, destaca o papel atual do programa. “Temos uma combinação interessante no programa que é o fortalecimento da agricultura familiar em outros países, o fortalecimento da indústria nacional e o estímulo às indústrias de pequeno e médio porte que começam a acessar esse mercado”, observa.
De acordo com o diretor-proprietário da Triton, Marcio Luis Dalla Lana, o mercado de exportação é uma saída para a grande concorrência nacional. “Anos atrás fizemos trabalhos de exportação, mas menores, não foi muita coisa. Já que o nosso mercado interno tem oscilações, temos que buscar parceiros externos e foi com o Mais Alimentos Internacional que tivemos acesso ao mercado externo”, explica.
A operação, conforme Dalla Lana, trouxe mais ânimo para ele e para os próprios funcionários da empresa, que enfrentava um momento de estagnação. “Essa exportação veio em boa hora. Houve um incremento no faturamento da empresa, uma movimentação de pessoas. Contratamos mais funcionários e queremos que continue assim, para que possamos fazer um bom trabalho junto aos países africanos, nesse caso Moçambique”, afirma.
Na avaliação do empresário, a oportunidade vai além do lucro. “É uma forma de ajudar os países que estão em pleno desenvolvimento para que eles também se sobressaiam”, ressalta.
Mais Alimentos Internacional
O Mais Alimentos Internacional foi criado pelo Governo Federal em 2010, para financiar a compra de máquinas e equipamentos agrícolas produzidos no Brasil para outros países, em especial os do continente africano e da América Latina e Caribe. Dessa forma, o programa ajuda no combate à fome e no desenvolvimento rural dessas nações. As condições de crédito são facilitadas. Os países têm até 15 anos para pagar os empréstimos, com três anos de carência e juros de 2% ao ano.
O programa conta com a participação de mais de 500 empresas brasileiras, destas 30 já estão exportando para os países parceiros (Zimbábue, Moçambique, Senegal, Gana, Quênia e Cuba).
Em 2015, o programa ampliará a quantidade de empresas exportadoras e aumentará o número de países participantes, tanto no continente africano quanto na América Latina e Caribe.
Triton
Fundada em 1961, a Triton Máquinas Agrícolas Ltda começou suas atividades consertando máquinas de lavar roupas e confeccionando pequenos moinhos chamados de Triton, que serviam para debulhar milho e ralar mandioca.
Na década de 70 iniciaram a produção de trilhadeiras, hoje substituídas pelas batedeiras de cereais. Atualmente, a empresa tem ampla linha de produtos voltados para agropecuaristas, tais como: distribuidores/semeadores, carretas de madeira, carretas de metal, batedeiras de cereais e rodas.

Tássia Navarro
Ascom/MDA
- See more at: http://www.mda.gov.br/sitemda/noticias/mais-alimentos-internacional-estimula-exporta%C3%A7%C3%A3o-de-empresas-brasileiras-de-pequeno-porte#sthash.OMecZysR.dpuf
 
Além de colaborar com o fortalecimento rural de outros países e estimular significativamente o parque industrial nacional de máquinas e equipamentos agrícolas, o programa Mais Alimentos Internacional dá a oportunidade a empresas brasileiras de pequeno e médio porte de exportarem seus produtos. Entre essas indústrias temos como exemplo a produtora catarinense, Triton.
Com 54 anos de existência, a empresa, que fica no município de Luzerna, região meio-oeste de Santa Catarina, vai exportar, por meio do programa, até o fim de abril, 150 distribuidores de sementes e 400 carretas para cereais para Moçambique. Já foram enviadas para o país africano 45 distribuidores de sementes e 108 carretas. Até o fim da segunda quinzena de abril serão enviadas mais 292 carretas e 105 distribuidores de sementes.
O diretor do Mais Alimentos Internacional, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Lucas Ramalho, destaca o papel atual do programa. “Temos uma combinação interessante no programa que é o fortalecimento da agricultura familiar em outros países, o fortalecimento da indústria nacional e o estímulo às indústrias de pequeno e médio porte que começam a acessar esse mercado”, observa.
De acordo com o diretor-proprietário da Triton, Marcio Luis Dalla Lana, o mercado de exportação é uma saída para a grande concorrência nacional. “Anos atrás fizemos trabalhos de exportação, mas menores, não foi muita coisa. Já que o nosso mercado interno tem oscilações, temos que buscar parceiros externos e foi com o Mais Alimentos Internacional que tivemos acesso ao mercado externo”, explica.
A operação, conforme Dalla Lana, trouxe mais ânimo para ele e para os próprios funcionários da empresa, que enfrentava um momento de estagnação. “Essa exportação veio em boa hora. Houve um incremento no faturamento da empresa, uma movimentação de pessoas. Contratamos mais funcionários e queremos que continue assim, para que possamos fazer um bom trabalho junto aos países africanos, nesse caso Moçambique”, afirma.
Na avaliação do empresário, a oportunidade vai além do lucro. “É uma forma de ajudar os países que estão em pleno desenvolvimento para que eles também se sobressaiam”, ressalta.
Mais Alimentos Internacional
O Mais Alimentos Internacional foi criado pelo Governo Federal em 2010, para financiar a compra de máquinas e equipamentos agrícolas produzidos no Brasil para outros países, em especial os do continente africano e da América Latina e Caribe. Dessa forma, o programa ajuda no combate à fome e no desenvolvimento rural dessas nações. As condições de crédito são facilitadas. Os países têm até 15 anos para pagar os empréstimos, com três anos de carência e juros de 2% ao ano.
O programa conta com a participação de mais de 500 empresas brasileiras, destas 30 já estão exportando para os países parceiros (Zimbábue, Moçambique, Senegal, Gana, Quênia e Cuba).
Em 2015, o programa ampliará a quantidade de empresas exportadoras e aumentará o número de países participantes, tanto no continente africano quanto na América Latina e Caribe.
Triton
Fundada em 1961, a Triton Máquinas Agrícolas Ltda começou suas atividades consertando máquinas de lavar roupas e confeccionando pequenos moinhos chamados de Triton, que serviam para debulhar milho e ralar mandioca.
Na década de 70 iniciaram a produção de trilhadeiras, hoje substituídas pelas batedeiras de cereais. Atualmente, a empresa tem ampla linha de produtos voltados para agropecuaristas, tais como: distribuidores/semeadores, carretas de madeira, carretas de metal, batedeiras de cereais e rodas.

Tássia Navarro
Ascom/MDA
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Além de colaborar com o fortalecimento rural de outros países e estimular significativamente o parque industrial nacional de máquinas e equipamentos agrícolas, o programa Mais Alimentos Internacional dá a oportunidade a empresas brasileiras de pequeno e médio porte de exportarem seus produtos. Entre essas indústrias temos como exemplo a produtora catarinense, Triton.
Com 54 anos de existência, a empresa, que fica no município de Luzerna, região meio-oeste de Santa Catarina, vai exportar, por meio do programa, até o fim de abril, 150 distribuidores de sementes e 400 carretas para cereais para Moçambique. Já foram enviadas para o país africano 45 distribuidores de sementes e 108 carretas. Até o fim da segunda quinzena de abril serão enviadas mais 292 carretas e 105 distribuidores de sementes.
O diretor do Mais Alimentos Internacional, do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Lucas Ramalho, destaca o papel atual do programa. “Temos uma combinação interessante no programa que é o fortalecimento da agricultura familiar em outros países, o fortalecimento da indústria nacional e o estímulo às indústrias de pequeno e médio porte que começam a acessar esse mercado”, observa.
De acordo com o diretor-proprietário da Triton, Marcio Luis Dalla Lana, o mercado de exportação é uma saída para a grande concorrência nacional. “Anos atrás fizemos trabalhos de exportação, mas menores, não foi muita coisa. Já que o nosso mercado interno tem oscilações, temos que buscar parceiros externos e foi com o Mais Alimentos Internacional que tivemos acesso ao mercado externo”, explica.
A operação, conforme Dalla Lana, trouxe mais ânimo para ele e para os próprios funcionários da empresa, que enfrentava um momento de estagnação. “Essa exportação veio em boa hora. Houve um incremento no faturamento da empresa, uma movimentação de pessoas. Contratamos mais funcionários e queremos que continue assim, para que possamos fazer um bom trabalho junto aos países africanos, nesse caso Moçambique”, afirma.
Na avaliação do empresário, a oportunidade vai além do lucro. “É uma forma de ajudar os países que estão em pleno desenvolvimento para que eles também se sobressaiam”, ressalta.
Mais Alimentos Internacional
O Mais Alimentos Internacional foi criado pelo Governo Federal em 2010, para financiar a compra de máquinas e equipamentos agrícolas produzidos no Brasil para outros países, em especial os do continente africano e da América Latina e Caribe. Dessa forma, o programa ajuda no combate à fome e no desenvolvimento rural dessas nações. As condições de crédito são facilitadas. Os países têm até 15 anos para pagar os empréstimos, com três anos de carência e juros de 2% ao ano.
O programa conta com a participação de mais de 500 empresas brasileiras, destas 30 já estão exportando para os países parceiros (Zimbábue, Moçambique, Senegal, Gana, Quênia e Cuba).
Em 2015, o programa ampliará a quantidade de empresas exportadoras e aumentará o número de países participantes, tanto no continente africano quanto na América Latina e Caribe.
Triton
Fundada em 1961, a Triton Máquinas Agrícolas Ltda começou suas atividades consertando máquinas de lavar roupas e confeccionando pequenos moinhos chamados de Triton, que serviam para debulhar milho e ralar mandioca.
Na década de 70 iniciaram a produção de trilhadeiras, hoje substituídas pelas batedeiras de cereais. Atualmente, a empresa tem ampla linha de produtos voltados para agropecuaristas, tais como: distribuidores/semeadores, carretas de madeira, carretas de metal, batedeiras de cereais e rodas.

Tássia Navarro
Ascom/MDA
- See more at: http://www.mda.gov.br/sitemda/noticias/mais-alimentos-internacional-estimula-exporta%C3%A7%C3%A3o-de-empresas-brasileiras-de-pequeno-porte#sthash.OMecZysR.dpuf