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sábado, 25 de abril de 2015

Fundaj abre inscrições para curso gratuito de gestão de acervos



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Estão abertas até 30 de abril as inscrições para curso gratuito de aperfeiçoamento em gestão de acervos bibliográficos, arquivísticos e museológicos, realizado pela Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) em parceria com o Grupo Saber da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). São oferecidas 200 vagas, e os interessados devem se inscrever no site da Fundaj.

Todo o curso é feito a distância e podem participar candidatos de todo o Brasil que tenham formação superior e trabalhem, ou tenham trabalhado, direta ou indiretamente, com acervos documentais, arquivísticos ou bibliográficos. É importante destacar que é preciso enviar uma série de documentos pelos correios à comissão de seleção para que a inscrição seja concluída, segundo o edital.

O resultado será divulgado em 22 de junho, e as aulas começam em 13 de julho. O curso tem duração de seis meses. No total, são 180 horas-aula distribuídas em seis módulos: ambientação em EAD; memória e patrimônio; conservação de acervos; organização de acervos; difusão; e gestão pública.

Durante o curso haverá apenas um encontro presencial para realização de prova e apresentação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), obrigatório para finalização do processo acadêmico. O encontro ocorrerá no Recife, após a conclusão dos módulos teóricos.
 
Fonte: G1

sexta-feira, 24 de abril de 2015

I Mostra SENAC em Vitória de Santo Antão




 






 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vitória de Santo Antão, recebe a primeira Mostra Senac de Educação Profissional. A ideia é reunir alunos, professores e o público em geral para estimular habilidades e contribuir com o desenvolvimento da educação em uma perspectiva profissional. O evento será realizado gratuitamente, nesta sexta-feira (24) e sábado (25), no Vitória Park Shopping, das 10h às 22h.

Durante a mostra, serão oferecidas palestras e oficinas, ministradas por instrutores do Senac Vitória. São palestras sobre qualidade no atendimento, processos de seleção e entrevistas, como se comportar no ambiente corporativo, primeiros socorros, tendências tecnológicas, inovação e empreendedorismo.
 

Confira abaixo a programação dos dois dias de evento:

Oficinas e Palestras:
24/4 9h: Palestra: Qualidade no Atendimento, com Márcio Borba
24/4 10h: Palestra: Seleção e entrevista, com Rejane França
24/4 13h30: Palestra: Comportamento Profissional, com Rejane França
24/4 15h30: Palestra: Comportamento Profissional, com Rejane França
24/4 19h30: Oficina: Automaquiagem, com Suzana Bezerra
24/4 19h30: Oficina de Primeiro Socorros, com Melquizedec Gomes
25/4 11h: Palestra: Tendências Tecnológicas x Mercado de Trabalho, com Daniel Souza
25/4 16h: Palestra: Inovação e Empreendedorismo x Mercado de Trabalho, com Eliézio Silva
25/4 19h30: Oficina: Tendências de Penteados para 2015, com Nadja Ribeiro
25/4 19h30: Oficina de Primeiro Socorros, com Melquizedec Gomes

Exposições: 24 e 25/4, das 10h às 22h
- Stands com informações sobre Educação à Distância
- Biblioteca Senac, com exposição de livros publicados pela Editora Senac
- Aferição de pressão arterial e teste de glicemia
- Exposição e informações sobre os produtos e serviços do Senac
- Aferição de pressão arterial e teste de glicemia
- Exposição e informações sobre os produtos e serviços do Senac

Serviço:
Primeira Mostra Senac de Educação Profissional -- Senac Vitória
De 24 e 25 de abril, das 10h às 22h
Vitória Park Shopping - Av. Henrique de Holanda, 3000 -- Redenção
Inscrições: gratuitas e realizadas presencialmente, durante o evento
Informações: (81) 3523.0788 ou 3523.1428

Fonte: G1.com
 
 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Ave de 12 gramas sobrevoa o Atlântico "sem escalas"


Exemplar de mariquita-de-perna-clara, espécie que consegue fazer "voos sem escalas" (Foto: PJTurgeon/Creative Commons)
Exemplar de mariquita-de-perna-clara, espécie que consegue fazer "voos sem escalas" (Foto: PJTurgeon/Creative Commons)

A mariquita-de-perna-clara, um pássaro que pesa apenas 12 gramas, migra da América do Norte para a América do Sul voando sobre o Oceano Atlântico sem parar por dois a três dias - segundo estudo publicado.

Há 50 anos os cientistas tentavam confirmar essa façanha. Uma equipe internacional de biólogos, que publicam os resultados de seu trabalho na revista britânica "Biology Letters", está convencida de ter encontrado "provas irrefutáveis".

"Esta é uma das mais longas viagens diretas sobre a água registradas para um pássaro", explicou um dos autores do estudo, o pesquisador Bill DeLuca, em comunicado divulgado pela Universidade de Massachusetts em Amherst.

O pássaro vive geralmente nas florestas boreais do Canadá e dos Estados Unidos entre a primavera e o outono. Em seguida, ele voa para as Grandes Antilhas ou as costas ao norte da América do Sul para seu período de hibernação.

GPS animal

Para obter detalhes sobre a trajetória de migração, os pesquisadores instalaram geolocalizadores em miniatura pesando 0,5 grama em 40 aves desta espécie entre maio e agosto de 2013: 20 partindo de Vermont e 20 da Nova Escócia (Canadá).

Usando dados coletados de cinco aves capturadas quando retornavam para a América do Norte, os cientistas descobriram que as mariquitas-de-perna-clara percorrem entre 2270 a 2770 quilômetros para um voo que dura entre 2,5 a 3 dias.

Os pássaros "se reabastecem o máximo possível e, em alguns casos, chegam a dobrar de peso" para se preparar para a viagem, comentou o pesquisador Ryan Norris, da Universidade de Guelph (Canadá), citado no comunicado. 
Fonte: G1

DENGUE: Saiba mais


Infográfico Dengue (Foto: Arte/G1)



segunda-feira, 20 de abril de 2015

III FÓRUM MUNDIAL DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA


 

Reuso da água na agricultura



Foto:google.com



Acredite: é possível usar o esgoto doméstico tratado para irrigar plantações. O México faz isso, Israel faz isso, além de muitos outros países. A técnica, se feita com controle sanitário e em culturas determinadas, amplia a produtividade, economiza água e evita a contaminação de rios. Mas, no Brasil, onde quase 70% do consumo de água vai para a agricultura, nada disso é feito.

O principal motivo de não praticarmos o que pesquisas já comprovaram é a falta de regulamentação. "Não temos isso aplicado em nenhuma cidade, que eu saiba. Temos métodos excelentes, pesquisamos há mais de 30 anos. Esses métodos não são tão utilizados na prática porque o agricultor tem água em abundância", disse em entrevista ao G1 Rogério Teixeira de Faria, professor da Faculdade de Ciências Agrárias da Universidade Estadual Paulista (Unesp).

Rogério estudou o uso de esgoto tratado para a irrigação em lavouras do gênero Braquiária, pasto que pode ser cultivado em qualquer lugar do país.

"Vimos o quanto que a cultura responde em rendimento. Aumentou a produtividade em 60%. E o agricultor economizou todo esse nutriente, foram mil quilos de nitrogênio e 600 kg de potássio. Cerca de R$ 2 mil por hectare. Ele produz mais com menor custo."

O pesquisador também fez um estudo de impacto no solo, que concluiu que a cultura absorvia todo o nutriente. "Não fica no solo e ele vai pra consumo animal. Consequentemente, não polui a água subterrânea. Se economiza 50 mil litros por hectare por dia. É um aproveitamento de 100%".

O esgoto usado na pesquisa recebeu um tratamento primário e secundário e depois passou por lagoas de sedimentação. "É um tratamento padrão para cidades. Tem tratamentos mais sofisticados, mas esse é considerado de relativamente baixo custo", disse ele.

O uso dos dejetos tratados requer a proximidade da estação de tratamento com as plantações, mas é possível desenvolver novas estruturas em cidades pequenas e médias que ainda não tratam o esgoto ."No Brasil, 50% do esgoto é tratado. Mas isso vai aumentar com o tempo. Então o que se planeja são estações de tratamento de esgoto que sejam mais completas nas regiões mais desenvolvidas", disse Rogério.

Todos esses benefícios precisam ter aprovação legal para serem implementados. A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo confirma que não há normas regulamentando a prática. "Existem, sim, normas sobre uso de efluentes de usinas e de estações de tratamento de esgotos, mas não para o uso de esgoto em uma propriedade rural, onde o produtor pretenda aproveitar o material orgânico na adubação da lavoura. Em qualquer caso, será necessário submeter um projeto à Cetesb."

"Essa crise hídrica veio para nos educar. Ela está mostrando que o recurso hídrico não é infinito", disse Rogério


Fonte: G1