quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Notícias - PE
Arara é apreendida pela Polícia Militar em casa de Jaboatão, PE.
Uma arara canindé, também conhecida como arara de barriga amarela, foi apreendida pela Polícia Militar em uma casa no bairro da Muribeca, em Jaboatão dos Guararapes. A dona de casa Vera Lúcia de Albuquerque criava o animal, chamado de Billy, como se fosse um filho; ele tinha travesseiro e fazia as refeições na mesa da sala.
A mulher contou à reportagem do NETV 1ª edição que a arara foi levada na terça-feira (17) pelos policiais. Eles estariam a pé quando viram o animal no jardim da casa. Dona Vera recebeu um auto de infração no valor de R$ 5 mil por criar animal silvestre em cativeiro e não se conforma com isso. "Billy para mim é um filho. Se uma mãe perdesse um filho, hoje, ela ia sentir a dor que eu estou sentindo", afirmou. A dona de casa irá recorrer à Justiça para reaver a guarda da arara, que vivia com ela há quase dez anos.
O animal foi levado para cativeiro na sede do Ibama em Pernambuco, no bairro de Casa Forte, Zona Norte do Recife. "Esse animal vai ingressar no processo de recapacitação para ser solto em seu habitat natural, no Centro-Oeste", disse o analista ambiental Amaro Fernandes. Segundo o especialista do órgão, a legislação não prevê a devolução do animal. "A legislação prevê que a destinação prioritária de animais encontrados em situação ilegal é a soltura", concluiu.
O biólogo Iuri Valença explica que animais como araras não devem conviver com seres humanos em casa. "Um animal silvestre não tem sua genética modificada para conviver com humanos. Por mais que ele repita vozes, frases, a genética dele é adaptada para viver livre", afirmou.
Notícias - PE
Após uma ação da Vigilância Sanitária de Santa Cruz do Capibaribe que apreendeu mais de 50 kg de carne de bode sem precedência, mais uma ação com êxito aconteceu no final da manhã da quarta feira, dia 18 de setembro, por volta das 11h30min.
Mais de 200 kg de carne de boi sem procedência foi apreendida em um mercadinho, no Bairro Cruz Alta.
A carne não tinha o carimbo do Matadouro Público, nem o proprietário a presentou a nota fiscal que comprovasse a legalidade (procedência) do abate do animal.
O material apreendido foi encaminhado para o Aterro Sanitário da cidade, onde lá foram utilizados produtos para que impossibilite a utilização desse material.
Após esse processo, o material foi encaminhado para ser aterrado. Fica o alerta para a população, quando for comprar carnes verifique a procedência da mesma, se tem o registro do abate no Matadouro Público da cidade.
Qualquer irregularidade encontrada, o consumidor deve entrar em contato com o Departamento de Vigilância Sanitária do Município através do telefone 3731-2424.
Fonte: Jornal Agreste Notícia
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Educação Ambiental
Paraná discute diretrizes curriculares para a educação ambiental
A inclusão da educação ambiental integrada ao currículo escolar, em todos os níveis e modalidades das redes pública e particular de ensino, está perto de se tornar realidade no Paraná. Em maio, a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Secretaria de Estado da Educação e o Ministério Público do Paraná promoveram, em Curitiba, o Seminário “Política de Educação Ambiental do Paraná”.
O objetivo foi discutir a regulamentação da Lei 17.505/2013 que cria a Política Estadual de Educação Ambiental e o Sistema Estadual de Educação Ambiental no Paraná.
O secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Luiz Eduardo Cheida, explica que de acordo com a Lei as escolas deverão incluir no seu projeto político pedagógico o documento que contém as diretrizes e normas da proposta, sem necessariamente criar uma disciplina específica para a educação ambiental.
O Paraná conta com 2.700 escolas na rede pública de ensino e outras 2 mil escolas particulares registradas na base do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinep-PR), que abrange 211 municipios.
Para o presidente do Conselho Estadual de Educação, Oscar Alves, a proposta representa um avanço em nível nacional. “A forma com que o Paraná está regulamentando esta Lei poderá servir como modelo para o Ministério da Educação, tendo em vista a participação direta de todos os setores relacionados ao processo educacional”, afirma Oscar.
Durante o encontro, educadores e representantes debateram como deverá ser feita a abordagem do tema meio ambiente nas disciplinas curriculares.
A educação ambiental no ensino formal fará parte dos currículos das instituições de ensino públicas e privadas, da educação básica, educação infantil, ensino fundamental e ensino médio - incluindo a educação superior, educação especial, educação profissional, a educação de jovens e adultos e a educação de comunidades tradicionais.
A diretora de Legislação e Normas do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinep-PR), Maria Luíza Xavier Cordeiro, diz que as escolas particulares já desenvolvem ações de conscientização e responsabilidade, mas que a Lei é fundamental para dar suporte às instituições. “A Lei e as diretrizes do Conselho de Educação servirão para dizer às escolas como este trabalho deve ser feito e, o mais importante, de maneira unificada”, disse Maria Luiza.
MEDIDAS - Outra medida importante prevista na Lei sancionada é a criação de um Órgão Gestor que coordenará a Política Estadual e Educação Ambiental e o Sistema Estadual de Educação Ambiental. A regulamentação do Órgão Gestor acontecerá mediante decreto - que será assinado pelo governador Beto Richa, estabelecendo a ação conjunta das áreas da educação ambiental das secretarias de Educação, do Meio Ambiente, da Saúde, da Agricultura e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Também será criada uma Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental para acompanhar o processo em todas as regiões do Paraná.
O coordenador das Promotorias de Meio Ambiente do Ministério Público Estadual, Saint Clair Honorato dos Santos, falou sobre a possibilidade de envolvimento de todas as entidades que possam contribuir com a regulamentação da Lei. “A escola é o melhor espaço para discutir a importância do meio ambiente para a sociedade”, afirmou Saint Clair.
Durante o Seminário, o coordenador da Frente Parlamentar Ambientalista do Paraná, deputado Rasca Rodrigues, disse que a sanção da Lei, pelo governador Beto Richa, representa o avanço na construção de uma cidadania responsável, voltada para culturas de sustentabilidade socioambiental.
A Política Estadual de Educação Ambiental do Paraná foi criada em conformidade com a Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), sancionada em 1999, e do Programa Nacional de Educação Ambiental (ProNEA), articulada com o sistema de meio ambiente e educação em âmbito federal, estadual e municipal.
Fonte: SEMAPara Acessar a Minuta de Deliberação na íntegra ou fazer o Download:
http://www.meioambiente.pr.gov.br/arquivos/File/coea/Minuta_de_Deliberacao_DCEA_04062013.pdf
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Caprinocultura
Regulamento do Serviço de Registro Genealógico de Caprinos
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CRIADORES DE CAPRINOS
REGISTRO NO MAPA SOB NO. 13 BR
SERVIÇO DE REGISTRO GENEALÓGICO DAS RAÇAS CAPRINAS
CAPÍTULO I
DA ORIGEM E DOS FINS
Art. 1 – O Serviço de Registro Genealógico das Raças Caprinas, neste Regulamento designado SRGC, mantido pela Associação Brasileira de Criadores de Caprinos (ABCC), com sede e domicílio na cidade de Recife, estado de Pernambuco, tendo em vista o que estabelece a Portaria n° 47/87, da SNAP/MA, publicada no D.O.U. de 23/10/87, será organizado e funcionará de conformidade com as disposições contidas no presente Regulamento, em todo o Território Nacional.
Art. 2 – Por força da Portaria referida no artigo anterior, toda organização no registro e arquivos do SRGC ficarão a cargo da ABCC, que responderá pela exatidão dos mesmos e das certidões que expedir.
Art. 3 – O SRGC terá por fim:
a) proceder ao Registro Genealógico de Caprinos, instituindo registros distintos em arquivos próprio para cada raça;
b) promover, pelos meios ao seu alcance, o desenvolvimento e a padronização das raças, variedades e tipos;
c) manter fiscalização em todos os criatórios que tenham animais registrados, para efeito de garantia de perfeita identificação dos reprodutores;
d) resolver todas as questões que surgirem em relação ao seu funcionamento, podendo encaminhar ao órgão competente do Ministério da Agricultura e Reforma Agrária, através da Diretoria da ABCC, no caso de dúvidas e omissões;
e) colaborar com a ABCC em todos os problemas nacionais atinentes à caprinocultura;
f) promover a guarda dos documentos do Registro Genealógico;
g) prestar ao Ministério da Agricultura e Reforma Agrária, as informações exigidas por força da Legislação ou de Contrato, dentro dos prazos estabelecidos.
Para acessar o documento completo ou baixar o conteúdo clique no link abaixo:
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
Previsão do Tempo
Caruaru
O primeiro gráfico mostra a previsão de temperatura mínima e máxima, diária, para um período de 10 dias. Através deste gráfico o usuário pode identificar, de forma rápida, variações abruptas de temperatura de um dia para o outro e também pode identificar períodos de intenso calor ou frio.
O segundo gráfico mostra o volume de chuva diário previsto para um período de 10 dias. O volume, em milímetros, é representado pela barra azul. Quando a mesma não aparece no gráfico, é porque não há previsão de chuva para aquele dia. A forma de ocorrência da chuva, concentrada em um curto espaço de tempo ou distribuída ao longo do dia, irá determinar a intensidade da mesma. Para que o usuário saiba mais detalhes sobre o risco de temporais, é importante acompanhar as notícias divulgadas no portal.
Assinar:
Postagens (Atom)



