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quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Reciclagem: sabão caseiro feito de óleo de cozinha usado.


Foto google.com


Aquele óleo de cozinha que geralmente se joga na pia da cozinha ou na lata do lixo, você pode transformar em sabão caseiro. Utilizando apenas uma garrafa pet, óleo de cozinha usado e soda cáustica.
Você vai precisar de:

■ uma garrafa pet de 2 litros

■ funil

■ 1 litro e 200 ml de óleo de cozinha coado

■ 200 ml de água

■ 200 ml de soda cáustica líquida

Preparo – coloque dentro da garrafa com a ajuda do funil, o óleo, a água e a soda. Mas lembre-se de que deve ser nesta ordem e o óleo filtrado em um guardanapo de pano, antes de ser utilizado.
Caso queira adicionar 20ml de essência, misture a essência na água antes de colocar na pet (pode ser diluído um desinfetante com a essência da sua preferência). Tampe bem apertado e agite a garrafa por cerca de dez minutos. Deixe descansar por vinte minutos e com muito cuidado abra a garrafa, lembrando de manter um distância do rosto. Abra aos poucos para que ocorra a liberação de gases que se formaram dentro da garrafa e não tampe novamente. Deixe descansar por três dias, corte a garrafa em fatias ou corte o plástico da garrafa para depois fatiar o sabão.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Artigo Técnico - Como realizar e avaliar a cura de umbigo das bezerras em sua propriedade?









A cura de umbigo de bezerras recém-nascidas é de extrema importância e pode impactar no desenvolvimento do animal. Essa visa secar o coto umbilical de forma a não atrair moscas e a fechar a porta de entrada a microrganismos ao corpo inteiro. Por isso, deve ser prioridade! A cura de umbigo refletirá na saúde e produção da bezerra pelo resto da vida dela!

Para o umbigo secar naturalmente, pode levar de 7-10 dias. Em sistemas de produção de leite, concentrasse muitos animais em uma só área, o que aumenta o desafio de acúmulo de matéria orgânica e de microrganismos patogênicos. Por isso, ajudar secando os umbigos das bezerras o quanto antes, evita que uma infecção ocorra.

A utilização de iodo 10% é recomendável para a cura de umbigo, associado a isso um local com boa higiene e o monitoramento da eficiência da cura de umbigo são aconselháveis. A intenção é que o iodo resseque o umbigo dos bezerros, fechando a porta de entrada a microrganismos e acabando com o estímulo para moscas pousarem e depositarem ovos. Leia o artigo completo.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Cartilha: Associações Rurais – Práticas Associativas, Características e Formalização



 Os produtores rurais brasileiros mostram diariamente sua competência na produção de alimentos. Os altos índices de produtividade do setor, que representa um terço do Produto Interno Bruto (PIB), emprega um terço da força de trabalho e gera um terço das receitas das nossas exportações, revelam a eficiência e a disposição para trabalhar do nosso cidadão rural.



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domingo, 18 de janeiro de 2015

Iogurte Caseiro


Rende: 1 litro de iogurte 


Fonte: http://www.radioprogresso640.com.br/wp-content/uploads/2013/01/ALGEMAAS356.jpg

Ingredientes 
1 litro de leite integral (Preferência tipo C)
6 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de iogurte natural integral.


Modo de preparo  - Junte o leite com açúcar numa panela em fogo baixo e deixe amornar um pouco (temperatura em torno de 40 C). 
- Apague o fogo e adicione o iogurte.
- Coloque em um recipiente com tampa e reserve por 8 horas em local seco e ventilado (não colocar na geladeira), sem mexer.

- Adicione pedaços de frutas da sua preferência e bata no liquidificador. Coloque na geladeira antes de servir.


quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Alguns Alimentos Tóxicos para Animais






Foto:google.com


Chocolate, Café, cafeína/teína
Todos estes produtos contêm substâncias chamadas metilxantinas que, quando ingeridas por cães e gatos, podem provocar vómitos e diarreia, hiperventilação, sede e urinação excessiva, hiperatividade, ritmo cardíaco anormal, tremores, convulsões, coma e até a morte. Quanto maior o teor de cacau maior o nível de metilxantinas, sendo o chocolate negro e o de culinária os mais tóxicos, enquanto os chocolates branco e de leite são menos perigosos (embora não deixem de o ser). A metilxantina considerada mais tóxica para os animais chama-se teobromina. A teofilina é uma dimetilxantina relacionada com a cafeína, que está presente no chá, e é também tóxica.

Álcool e Tabaco
As bebidas alcoólicas e produtos alimentares que contenham álcool podem causar vómitos, diarreia, diminuição na coordenação motora, depressão, danos no sistema nervoso central, dificuldade em respirar, tremores, acidez sanguínea anormal, coma e até morte. Importa lembrar que o que pode parecer uma pequena quantidade para um humano, pode ser uma grande quantidade para um animal de porte pequeno. O tabaco pode provocar náuseas, salivação excessiva, vómitos e taquicardia. Algumas pessoas divertem-se dando álcool e tabaco a provar aos seus cães e gatos, para verem a sua reação. É uma brincadeira de mau gosto e muito perigosa.
 
Abacate
As folhas, fruto, sementes, casca dos abacates e até os próprios abacateiros contêm persina, uma toxina fungicida inofensiva para humanos mas que em cães e gatos pode causar vómitos, diarreia, dificuldades em respirar, paragem de digestão e acumulação de fluídos no abdómen, peito e coração, o que pode mesmo ser fatal. Isto aplica-se também a pássaros e roedores, que são especialmente sensíveis ao envenenamento por este fruto.
Nozes de Macadâmia
A ingestão de macadâmias pode causar fraqueza, depressão, vómitos, tremores, dores abdominais, confusão mental, problemas musculares, respiratórios, digestivos, problemas nas articulações e no sistema nervoso e hipertermia em cães.

Noz-moscada
Pode causar tremores, convulsões, danos no sistema nervoso central e morte.
Uvas, Passas e Sultanas
Apesar de a substância tóxica nas uvas e passas ser desconhecida, estes frutos podem causar insuficiência hepática, insuficiência renal, e por vezes basta uma pequena porção de uvas ou passas para causar a morte. Vómitos severos e diarreia são alguns dos sintomas por intoxicação por estes alimentos. Em alguns casos que resultaram em morte, as necropsias revelaram morte do tecido renal e/ou cálculos renais.

Massa de pão/bolo
A massa crua pode fermentar e provocar acumulação de gases no sistema digestivo do animal, o que pode ser muito doloroso e causar rupturas no estômago ou intestinos. O pão, no geral , pode ter este efeito, especialmente se for de centeio, embora o risco diminua quando a massa é cozinhada e a levedura cresceu completamente. Os animais podem comer alguns bocados de pão, conquanto isto não constitua mais de 5 a 10 por cento da sua ingestão calórica diária.

Ovos, Ossos e Carne (inclusive de peixes) crua/mal passada
A carne e os ovos crus podem conter bactérias, tais como a Salmonela e a E. Coli, que podem ser muito perigosas. Além disso, os ovos crus contêm uma proteína chamada avidina, que diminui a capacidade de absorção de biotina (vitamina B7), o que pode levar a problemas de pele e pelo. Os ossos crus podem parecer uma opção natural, mas podem ser muito perigosos para os nossos animais, que podem engasgar- se ou sufocar, ou até mesmo sofrer lesões graves (no caso de os ossos se quebrarem e perfurarem ou ficarem alojados no seu trato digestivo).

Xilitol
O xilitol é usado como adoçante em muitos produtos, incluindo pastilha elástica, doces, bolos e pasta de dentes. Pode causar libertação de insulina na maioria das espécies, o que pode levar a insuficiência hepática. O aumento de insulina pode provocar hipoglicemia (diminuição dos níveis de açúcar). Os primeiros sintomas de intoxicação incluem vómitos, letargia e perda de coordenação motora, e podem progredir para convulsões e, em poucos dias, para insuficiência hepática.

Foto: google.com


Cebola e Cebolinho



A cebola e o cebolinho contêm substâncias chamadas tissulfatos, que em excesso podem provocar a destruição de glóbulos vermelhos, causando anemia, icterícia e sangue na urina. Se esta condição não for tratada pode ser fatal. Se for diagnosticada a tempo, essa intoxicação pode ser revertida através de transfusões de sangue. O consumo destes alimentos pode também causar irritação gastrointestinal. Os gatos são ainda mais susceptíveis, mas os cães também correm o risco de intoxicação, dependendo da quantidade que ingiram. A intoxicação é normalmente diagnosticada através do historial, sintomas clínicos e confirmação microscópica de corpos de Heinz. Uma dose baixa ocasional – como se encontra em algumas rações e guloseimas para animais – é pouco provável que cause problemas, mas não é recomendável.

Alho
Muitos medicamentos naturais para cães e gatos contêm alho, e o alho em quantidades baixas não é prejudicial, contudo – e porque nunca se sabe que quantidade exatamente pode ser nefasta –, o ideal é ir pelo seguro e não dar este alimento aos seus animais. Nesses medicamentos as quantidades estão devidamente equilibradas, e, dessa forma, garantem a segurança do produto. O alho é especialmente tóxico para cavalos.

Leite e Lacticínios
Os animais, depois da infância, quando deixam de ser amamentados, deixam de produzir quantidades significativas de lactase (a enzima que quebra a lactose no organismo e permite a sua digestão), e portanto, o leite e os lacticínios podem provocar-lhes diarreia e outros problemas digestivos.

Sal
Grandes quantidades de sal podem produzir urinação e sede excessivas, ou mesmo envenenamento por sódio nos animais. Os sintomas que indicam que o animal pode ter ingerido demasiado sal incluem vómitos, diarreia, depressão, tremores, temperatura elevada, convulsões e até morte. Se cozinhar para o seu animal, NÃO coloque sal nem quaisquer temperos na comida (a não ser um pouco de azeite, ou outra gordura vegetal que não lhes seja prejudicial).

Sementes de frutas
As sementes da maior parte das frutas (maçãs, pêssegos, cerejas, ameixas, pêras, entre outras) contêm cianeto, um potente veneno, que pode causar diarreia, vómitos e dores abdominais. Não só as sementes mas também os caules e folhas podem ser tóxicos. As sementes de mostarda são igualmente tóxicas.

Batatas
Se a pele da batata ou a batata em si está verde, ela contém uma substância chamada solamina. O mesmo se passa com a mandioca e os inhames. A solamina pode ser tóxica, mesmo em pequenas quantidades, e além de atacar a digestão, pode causar depressão do sistema nervoso central.
Partes verdes dos tomates, batatas verdes e ruibarbo Contêm grandes quantidades de oxalatos, que podem afetar os sistemas digestivo, nervoso e urinário.

Cogumelos
A sua ingestão pode provocar distúrbios gástricos agudos, danos no coração, fígado e rins, dores abdominais, náuseas, salivação excessiva, alucinações, convulsões, diarreia, vómitos e, em alguns caso, morte.

Amendoins
Alguns cães são alérgicos a amendoins e as alergias podem ser tão severas que basta o cão cheirar os amendoins para ter uma reação alérgica fatal.
 
Alimentos gordos
Podem causar pancreatites. Não é aconselhável alimentar cães com ração para gatos, uma vez que esta tem um teor de gordura superior à ração para cão, o que pode danificar o pâncreas.

Nota:
É comum ouvir-se dizer, por exemplo, relativamente ao chocolate, embora seja válido para todos outros alimentos acima mencionados: “já dei muitas vezes ao meu animal e nunca lhe aconteceu nada”. Se não aconteceu nada, foi sorte. Não ter havido nenhum sintoma agudo não quer dizer que essa ingestão não tivesse provocado danos nos órgãos, que, mais tarde se venham a manifestar sob a forma de doença.
Fonte: animal.org.pt

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Miíases ou bicheiras



Foto:google.com
As miíases ou bicheiras são causadas por larvas de moscas conhecidas como varejeiras. As bicheiras podem causar problemas sérios, como a destruição do úbere e dos testículos, além de causar otites e outras complicações, desvalorizando a pele do animal.



Foto: google.com
A mais importante causadora de miíases é a mosca Cochliomyia hominivorax, de coloração verde-metálica (mosca varejeira). Os animais com bicheiras ficam sem apetite, inquietos e magros. Se não forem tratados podem morrer.
As bicheiras devem ser tratadas com substância larvicida, limpeza da ferida, retirada das larvas e aplicação de repelentes e cicatrizantes no local afetado, diariamente, até a cicatrização.
Entretanto, estas podem também ser evitadas pelo tratamento do umbigo dos animais recém-nascidos com tintura de iodo a 10% e mediante o controle das moscas, através da limpeza nas instalações. Devem-se tratar todas as feridas que forem vistas nos animais, principalmente na época chuvosa.
Foto: google.com


A tintura de iodo a 10% pode ser obtida através dos seguintes ingredientes:
Iodo em pó 10 g
Iodeto de Potássio 6 g
Álcool 95 ml
Água destilada 5 ml

Caso o criador não disponha dos ingredientes necessários à confecção da tintura, pode adquirir o produto já pronto nas farmácias.
Fonte:
sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br